Alzheimer: spray nasal reduz em 53% a proteína ligada à doença

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Uma nova estratégia experimental contra o Alzheimer apresentou resultados promissores em estudos com camundongos. Pesquisadores desenvolveram um spray nasal com vesículas extracelulares derivadas de células da membrana amniótica humana, capazes de chegar ao hipocampo, região do cérebro ligada à memória.

Nos animais tratados, os pesquisadores observaram redução de 53% nos níveis de beta-amiloide no hipocampo, além de melhora em testes de memória e redução da inflamação cerebral. As vesículas também ajudaram a modificar a atividade da micróglia e a preservar proteínas relacionadas às conexões entre os neurônios.

O estudo também encontrou efeitos protetores em neurônios humanos cultivados em laboratório. Mas atenção: a pesquisa ainda é pré-clínica e o tratamento não foi testado como terapia em pessoas. Novos estudos serão necessários para avaliar sua segurança e eficácia em humanos.

Foto: divulgação