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Um estudo do Oxford Internet Institute, da Universidade de Oxford, analisou cerca de 39 mil jogadores e encontrou pouca ou nenhuma evidência de que o tempo dedicado aos videogames tenha impacto relevante no bem-estar.
Já o uso intenso das redes sociais, especialmente o doomscrolling — quando a pessoa passa longos períodos consumindo notícias negativas e conteúdos que geram ansiedade — está associado a mais estresse e ansiedade e a uma pior percepção de bem-estar.
Ou seja: não é simplesmente estar diante de uma tela, mas o que você faz nela que pode fazer diferença.
Foto: magnific