Quero-te bem
Porque entraste em minha vida
Mais do que o ar em meus pulmões,
Mais do que o sangue em minhas veias.
Entraste
Onde ninguém podia entrar,
Quando ninguém me podia ajudar,
Toda vez que ninguém me podia consolar.
Em tuas palavras, a explicação,
Em teu amor, a solução.
(Chiara Lubich)
É impossível falar em maternidade, em gestação sem falar em amor. A gestante carrega vida, doação, generosidade, o pulsar de uma nova experiência. Contudo essa nova etapa de vida é também repleta de desafios. E por isso é essencial que essa nova mãe também receba amor e cuidado.
Durante a gestação ocorrem diversas alterações no organismo da mulher tanto no estado psicológico quanto no físico e uma delas é o afastamento da musculatura reto abdominal, diástase.
Na gravidez e no pós parto essa diástase pode gerar dor abdominal, dor nas costas, incontinência urinária, prolapso dos órgãos e abaulamento abdominal. De acordo com a professora de fisioterapia, Olga Vieira, o afastamento excessivo do músculo reto abdominal pode também interferir na eficiência da musculatura e na estabilidade do tronco. “Esse músculo precisa contrair corretamente e em sintonia com outros músculos do corpo e dos órgãos: intestino, estômago e bexiga.”
A boa notícia é que a diástase pode ser tratada sem a necessidade de cirurgia! Exercícios físicos e respiratórios adequados, realizados com um profissional especializado e expert em pós parto podem a ajudar a recuperar
a musculatura. O RPP, Reestruturação Pós Parto é um método inovador que faz exatamente isso: recupera a mulher tratando a diástase no pós parto!
Ainda segundo Olga Vieira, a respiração diafragmática, por exemplo, faz com que os músculos do núcleo interno trabalhem juntos, em sinergia e podem ser iniciados imediatamente após o parto.
Com o apoio profissional adequado a nova mãe terá ainda mais força e energia para transbordar o cuidado e o amor que o neném precisa.
Especialista: Olga Vieira – fisioterapeuta
Fonte: divulgação