O que esperar da economia brasileira em 2022? Como se preparar para não iniciar o ano endividado, o paradigma da digitalização da economia e o impacto econômico da indústria 4.0 são os assuntos publicados em forma de artigo no Boletim do Economista, edição outubro e dezembro, com a assinatura editorial do Conselho Regional de Economia do Ceará. (CORECON-CE).
Para a última edição do ano, dois conselheiros que irão assumir a nova diretoria em 2022, foram convidados para colaborar com a publicação, os economistas Davi Azim e Chirlene Maia. “Pensamos em temas atuais e de impacto na sociedade. Agradecemos aos profissionais que contribuíram de forma voluntária para qualificar este debate”, disse a conselheira efetiva do CORECON-CE e organizadora da Comissão Editorial.
O texto “O que esperar da economia brasileira em 2022? É assinado pelo presidente do CORECON-CE, Ricardo Coimbra. A publicação “Contas do início do ano: como se preparar para não começar 2022 no aperto e nem endividado” é de autoria da conselheira do CORECON-CE, Desirée Mota. “O paradigma da digitalização na economia, tem a assinatura do economista Davi Azim. O artigo “O impacto da indústria 4.0 na economia brasileira” é assinado pela economista Chirlene Maia. O boletim está disponível no link <<<< https://bit.ly/3E5jryx
Sobre o CORECON-CE
O Conselho tem por finalidade a fiscalização do exercício da profissão, no que diz respeito à disciplina, a ética, e atua em defesa da sociedade e da categoria de economistas.
A sua missão é executar o registro e a fiscalização da profissão do economista e das entidades que exerçam sob qualquer forma atividades técnicas de economia e finanças, valorizando e garantindo os interesses dos profissionais e entidades inscritas.
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