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Pesquisadores da UFRJ e da Universidade Estadual do Maranhão estudam há mais de 15 anos a tarina, uma proteína encontrada no inhame, que apresentou potencial contra células de câncer de mama e glioblastoma em testes de laboratório.
Com nanotecnologia, os cientistas encapsularam a substância em nanolipossomos, permitindo um transporte mais controlado. Nos experimentos, a formulação reduziu a proliferação das células tumorais e ativou mecanismos ligados à morte celular.
A pesquisa ainda está em fase experimental e busca desenvolver tratamentos mais seletivos, com potencial para reduzir os danos às células saudáveis.
Foto: magnific