Com o objetivo de suscitar maior engajamento das mulheres na política, o partido NOVO promove, nesta quarta-feira (30/12), o “Workshop para Mulheres: Rumo ao Congresso 2022”. O evento virtual começa a partir das 20h e será transmitido pelo Instagram (@novo30ce) e Facebook (@novoceara) do partido.
“Entendemos que é preciso que as mulheres se envolvam para que possam dar opinião com relação às políticas públicas para mulheres. Não faz sentido ter mais mulheres em quantidade e não termos a devida representatividade. Precisamos de mulheres se envolvendo para discutir, dialogar e acrescentar. Aproveitar e agregar a opinião de cada um para buscar soluções para a sociedade. A nossa vida passa pela política. As mulheres precisam ser ouvidas e ter voz altiva para que possam ser respeitadas e contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária”, disse Jamile Guimarães, filiada ao NOVO e uma das organizadoras do evento.
O Workshop também terá a participação da médica e Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro e do filiado ao NOVO, o professor Rodrigo Marinho, candidato mais votado do partido nas últimas eleições para vereador, com mais de oito mil votos.
Para Verinha NOVO, é muito importante que as mulheres tenham a consciência que a política precisa dessa participação e que elas não podem ficar delegando a outras pessosas essas decisões. “Há uma necessidade de participar mais efetivamente, pois tudo na nossa vida é política, então é fundamental que a mulher participe e esteja muito mais presente nas discussões e opiniões, vontade e determinação de resolver as coisas. A política precisa desse gás”, destacou.
O mesmo tom é adotado pela filiada Alexssandra Oliveira: “Somos 52% da população e não chegamos a 15% nas casas legislativas. Aqui em Fortaleza tivemos um avanço e de 2016, quando foram eleitas seis mulheres, para 2020, com a eleição de dez. Estamos avançando, mas a passos lentos. Por isso estamos chamando as mulheres para que haja essa conscientização, pois precisamos construir políticas públicas e não podemos deixar para os homens decidirem isso”, conclui.
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