Peças são vendidas no e-commerce “Terrartesã”
O Grupo Mulheres do Brasil – Núcleo Fortaleza, por meio dos Comitês de Artesanato e Cultura de Paz, realiza o projeto “Bordando a Vida”. A iniciativa tem como intuito auxiliar a ressocialização de mulheres do Instituto Prisional Feminino Auri Moura Costa, por meio da confecção de peças artesanais, resgatando a autoestima e proporcionando a capacitação em várias técnicas.
No projeto, participam cerca de 30 mulheres, onde é realizada a confecção de peças que trazem do artesanato o bordado feito à mão, o crochê, macramê, entre outros. “Queremos proporcionar mais beleza para a vida dessas mulheres privadas de liberdade provisoriamente, mostrando um novo olhar sobre a arte e a vida profissional, trabalhando também a capacidade de se comunicar e de conviver. O artesanato é um meio de realizar atividades para elas que resultam em um espírito humanístico e a oportunidade de se tornarem artesãs e possuírem uma renda quando estiverem em liberdade, como também a remição de suas penas,” explica a líder do comitê de artesanato, Ethel Whitehurst.
As peças podem ser encontradas no “Terrartesã” (www.terrartesa.com.br), plataforma de e-commerce exclusiva do Grupo Mulheres do Brasil, que foi criada para impulsionar e incentivar a comercialização de produtos feitos por pequenos e médios artesãos do Ceará.
Sobre o Grupo Mulheres do Brasil
Composto por mais de 70 mil mulheres oriundas de vários segmentos, organizadas em núcleos espalhados em todo o Brasil e em alguns países do mundo, o grupo tem como propósito construir um Brasil melhor a partir do protagonismo feminino. Trabalha ativamente em conjunto com outras organizações e engajando suas integrantes para discutir, propor e realizar ações em temas ligados à educação, empreendedorismo, igualdade de gênero e racial, combate à violência contra a mulher e outros temas de interesse social. Tem uma agenda propositiva com planos de ação para pensar e agir focando no todo, por um país melhor. O grupo não tem partido, levanta a bandeira de uma causa: o Brasil.
Foto: divulgação