[PÚBLICO A CULTURA] Classificação indicativa é essencial para segurança de crianças

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Maria Fernanda Seixas é mãe do Tarso, de 15 anos. Quando o menino tinha 6, assistiu a um filme que não era adequado para sua faixa etária e isso trouxe muitos problemas para família. O estudante ficou impressionado com cenas de violência e não conseguia dormir e nem falar. O caso do Tarso só foi resolvido com ajuda profissional de uma psicóloga. Desde então, a mãe está muito atenta à classificação indicativa de todo conteúdo que o estudante acessa.

E a Maria Fernanda está certa. Obedecer a classificação indicativa de obras audiovisuais, jogos e aplicativos é essencial para garantir a segurança de crianças e adolescentes. Isso é o que defende Luciana Oliveira – Diretora de Promoção e Fortalecimento dos direitos da criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Ela explica que essa classificação é uma diretriz e que a obrigação de monitorar o acesso é dos pais e responsáveis.

A classificação indicativa é um serviço do Ministério da Justiça que orienta as famílias sobre a faixa etária para a qual obras audiovisuais não são recomendadas. São classificados produtos para televisão, mercado de cinema e vídeo, jogos eletrônicos, aplicativos e jogos de interpretação, RPG. A classificação varia de livre até 18 anos.

Fonte: Agência Brasil por Beatriz Albuquerque – Edição: Paula de Castro/Edgard Matsuki – Foto: freepik