[PÚBLICO A SAÚDE] AUTISMO E AROMATERAPIA

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Dia 2 de Abril é comemorado o dia mundial de conscientização sobre o autismo. Aproveitando a data a nutricionista e aromaterapeuta, Felicia Sarrassini, fala sobre o uso dos óleos essenciais para casos de autismo.

O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno no desenvolvimento neurológico que aparece na infância, na maioria dos casos, nos primeiros 5 anos de vida. Pessoas com autismo podem apresentar dificuldade de adaptação, desconforto em situações sociais, comportamentos repetitivos e prejuízo na comunicação. Alguns autistas sentem ainda dificuldade para dormir e podem apresentar nervosismo ou agitação.

A detecção precoce e início dos tratamentos e terapias melhoram de maneira significativa a qualidade de vida dessas pessoas. Entre essas terapias está a aromaterapia que pode ser associada.

De acordo com a aromaterapeuta, Felicia Sarrassini, alguns óleos essenciais podem ajudar nos tratamentos das crianças com espectro autista e também com transtorno de déficit de atenção. É importante lembrar que ao longo da história da humanidade a aromaterapia tem sido usada com fins medicinais. Os óleos essenciais nos dão a possibilidade de promover o bem-estar de forma natural.

Alguns óleos que podem ajudar no autismo são:

Vetiver: combate a dificuldade de concentração e impaciência;

Sândalo: promove clareza mental;

Lavanda: promove tranquilidade, efeito calmante;

Olíbano: ajuda a manter o foco e reduz estresse;

Cedro: libera serotonina, que é então convertida em melatonina no cérebro. Pode ajudar a termos um sono tranquilo e restaurador.

Esses são apenas alguns dos óleos que podem ser administrados, mas é fundamental procurar sempre um especialista que vai orientar o uso e montar um protocolo individualizado para cada caso.

Foto: divulgação