[PÚBLICO A SAÚDE] Uso de tecnologia aumenta eficácia do tratamento para pacientes com feridas

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Conviver com feridas que não cicatrizam, causam dor, dificultam a locomoção e reduzem a qualidade de vida é a realidade de muitas pessoas que sofrem com algumas doenças crônicas, como diabetes, problemas vasculares, alguns tipos de câncer, além de doenças autoimunes.

Mas longe de tratar as feridas apenas com curativos, antibióticos e internações desnecessárias, é possível fazer uso da tecnologia para viabilizar um tratamento mais eficaz. De acordo com a enfermeira e fisioterapeuta Thalita Góes, sócia do Instituto de Tratamento da Dor, recursos eletrotermofototerápicos são fundamentais e possuem comprovação científica, contribuindo bastante para a boa recuperação do paciente.

 “Apenas limpar e cobrir a ferida com curativos, muitas vezes, não resolve o problema. Hoje, possuímos diversas técnicas, como a eletroacupuntura, o eletroagulhamento, a ozonioterapia e a termografia, que nos ajudam a tratar o paciente para que ele possa voltar a ter qualidade de vida e se curar, de vez, do problema”, explica Thalita.

Sabendo da importância de oferecer tratamento especializado para pacientes que sofrem com feridas, o Instituto de Tratamento da Dor está em processo de finalização de um espaço específico para atender pacientes com esse perfil.

Serviço:

Instituto de Tratamento da dor

Rua Henrique Galeno, 521 – Dionísio Torres

Mais informações: 30916062

Foto: divulgação