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Uma pesquisa da Universidade Monash, na Austrália, analisou dados de 13.541 voluntários e encontrou resultados promissores sobre o uso de baixas doses de aspirina. Entre os participantes que tomaram o medicamento, 1% desenvolveu demência, contra 3,3% no grupo placebo, indicando um possível benefício em pessoas com determinado perfil genético.
Apesar dos resultados, os pesquisadores alertam que a aspirina não é recomendada para prevenir a demência neste momento, pois pode aumentar o risco de sangramentos graves. Mais estudos são necessários para confirmar o possível benefício e identificar quem poderia ser favorecido.
Foto: magnific